JORGE DE LIMA (1895-1953)
-
E tudo haveria de ser assim, para contemplar-te sereno, ó morte,
e integrar-me nos teus mistérios e nos teus milagres.
Agora vejo os Lázaros levantarem-se
e...
18 abril, 2009
17 abril, 2009
Ainda Somos Anjos, Jorge Reigada
Ainda somos anjos.
Quando em nossa inocência falamos em carma ou depressão
No fundo pouco sabemos sobre um ou outro. Mas acre-
ditamos que um anjo vai nos ajudar e enquanto não vem a
ajuda vamos sendo o anjo que nossos amigos esperavam.
Ainda somos anjos
Quando nosso emocional já cansado da luta pela sobrevi-
vência ainda tem forças para levar pela mão aquele
que perdeu o motivo da vida.
Ainda somos anjos
Quando aprendemos a escutar nossos corações que
muitas vezes já ferido ainda se coloca a disposição
de um novo amor.
Quando deixamos a criança dentro de nós falar
bem de leve em nosso ouvido o quanto ainda
temos de amor para dar.
Ainda somos anjos
Quando descobrimos que apesar de carregamos em
nossos corações mágoas que não sangram mas tam-
bem não cicatrizam descobrimos a beleza da
bondade e somos capazes da doçura do carinho.
Ainda somos sonho
Quando perdemos o medo do novo. Quando construímos
nossos velhos desejos colocando pedra por pedra o cas-
telo que sonhamos. E mesmo com as ferramentas já gas-
tas pelo tempo, os braços fracos ainda somos capazes
desta construção.
Ainda somos a fé
Quando agradecemos a vida, quando erguemos nossos
olhos para o eterno e sentimos em nós a presença de
DEUS
Somos anjos sim.
PELO SIMPLES DESEJO DE VIVER, DE SONHAR,
DE SE DAR, DE AMAR.
Jorge Reigada

Quando em nossa inocência falamos em carma ou depressão
No fundo pouco sabemos sobre um ou outro. Mas acre-
ditamos que um anjo vai nos ajudar e enquanto não vem a
ajuda vamos sendo o anjo que nossos amigos esperavam.
Ainda somos anjos
Quando nosso emocional já cansado da luta pela sobrevi-
vência ainda tem forças para levar pela mão aquele
que perdeu o motivo da vida.
Ainda somos anjos
Quando aprendemos a escutar nossos corações que
muitas vezes já ferido ainda se coloca a disposição
de um novo amor.
Quando deixamos a criança dentro de nós falar
bem de leve em nosso ouvido o quanto ainda
temos de amor para dar.
Ainda somos anjos
Quando descobrimos que apesar de carregamos em
nossos corações mágoas que não sangram mas tam-
bem não cicatrizam descobrimos a beleza da
bondade e somos capazes da doçura do carinho.
Ainda somos sonho
Quando perdemos o medo do novo. Quando construímos
nossos velhos desejos colocando pedra por pedra o cas-
telo que sonhamos. E mesmo com as ferramentas já gas-
tas pelo tempo, os braços fracos ainda somos capazes
desta construção.
Ainda somos a fé
Quando agradecemos a vida, quando erguemos nossos
olhos para o eterno e sentimos em nós a presença de
DEUS
Somos anjos sim.
PELO SIMPLES DESEJO DE VIVER, DE SONHAR,
DE SE DAR, DE AMAR.
Jorge Reigada
14 abril, 2009
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