12 abril, 2009

Páscoa: Passagem pelo Caminho da Luz





Que a Luz presente nos átomos da nossa Alma
ilumine nosso coração e nasça e renasça
no cotidiano das nossas ações !!!

E que O Mestre nos acompanhe, sempre
nessa caminhada!
Luz e Paz!




10 abril, 2009

Da luz da Companhia






Da luz da companhia

Dou-te a mão
porque preciso da companhia
e do calor
da tua na minha

e

faço dessa estrela
a luz que me guia!

(Cerriky)


Sobre "o dobrar-se perante a vida"





Sinto como que um peso a me dobrar:.
É a vida que mostra-se como um irredutível outro
e não se dobra à minha vontade.
Curvo-me à sua decisão, soberana, e rendo-me.

Enquanto me dobro, a águia me observa.
E há neste meu render-se
um movimento de aceitação...
daquilo que não posso decidir pela força da minha vontade.

Só pode levantar-se, aquele que tomba.
Só pode dobrar-se, aquele que tem uma espinha flexível...
e músculos bem trabalhados... no cérebro e no coração.

Um novo vôo há de surgir desse...
des-dobra-(la)mento!

(Cerriky)



É nessa imensidão de galáxia que situo
os colheitas recém feitas e saboreio o doce sabor das descobertas
que advém da capacidade de se dobrar e de se curvar ao imprevisível
movimento das coisas da vida e da vida das coisas.
(Cerriky)



05 abril, 2009

A amizade, os amigos e os vôos






"Aquele que quer aprender a voar um dia precisa primeiro
aprender a ficar de pé, caminhar, correr, escalar e dançar;
ninguém consegue voar só aprendendo vôo."

-- Friedrich Nietzsche --




AMIZADE: sentimento de relacionamento ímpar e singular
que se torna par e plural, simultaneamente.

AMIGOS: aqueles que nos ensinam e nós ensinamos
"a ficar de pé, caminhar, correr, escalar e dançar."

Erguem-nos e içam-nos... para os vôos de todos os tipos...
Vôos solitários e vôos acompanhados.

Vôos...
Com raizes no chão e asas no céu.
Vôos...
com asas no chão e raízes no céu... infinito!


01 abril, 2009

Fernando Pessoa: "Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir...







"Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir.
O que confesso não tem importância, pois nada tem importância.
Faço paisagens com o que sinto."
Fernando Pessoa